Você perdeu dinheiro.
Caiu num golpe. Fez um Pix, uma transferência ou passou dados achando que estava tudo certo. Quando percebeu, o dinheiro já tinha saído. Ligou pro banco e ouviu que “não há o que fazer”.
Atuação em golpes bancários e fraudes
Análise jurídica para casos com prejuízo acima de R$ 10 mil: buscamos a reparação de valores perdidos em Pix, transferência ou cartão e a anulação de dívidas contraídas por fraude — com base no Código de Defesa do Consumidor e no entendimento dos tribunais.
Atendimento por WhatsApp. Cada caso é analisado individualmente.
Sua situação
Talvez você esteja passando por uma destas situações:
Caiu num golpe. Fez um Pix, uma transferência ou passou dados achando que estava tudo certo. Quando percebeu, o dinheiro já tinha saído. Ligou pro banco e ouviu que “não há o que fazer”.
Um empréstimo, um financiamento ou uma compra que você nunca fez apareceu na sua conta. Um golpista contratou em seu nome — ou te induziu a contratar sob engano. Agora te cobram por um dinheiro que você nunca viu.
Na maioria desses casos, o banco tem parte da responsabilidade. E “não há o que fazer” quase nunca é a resposta completa.
Base legal
Aqui não é opinião. É o que já está decidido.
A Súmula 479 do STJ é clara: as instituições financeiras respondem pelos danos causados por fraudes e golpes praticados por terceiros dentro das operações bancárias. Se a falha de segurança do banco abriu a porta para o golpe, a responsabilidade não é só sua.
Banco é fornecedor de serviço e tem dever de segurança. Quando esse dever falha, a lei prevê caminhos para reparação e para a discussão de dívidas indevidas.
Em casos de Pix, o Banco Central mantém um mecanismo de devolução com prazos próprios. Quanto antes o caso é analisado e documentado, mais opções costumam existir.
O processo
Envia os detalhes e os documentos que tiver (comprovantes, prints, extratos, protocolos). Não precisa organizar nada.
Um advogado avalia a viabilidade, os prazos e quais caminhos existem para a sua situação.
Recebe uma orientação clara sobre o que pode ser feito e o que esperar de cada etapa.
Da negociação com a instituição à ação judicial, quando cabível.
Prazos e provas
Isto não é pressão. É como o sistema funciona:
Mecanismos de devolução (como no Pix) e prazos legais não esperam.
Quanto mais cedo o caso é documentado, mais forte ele fica.
Uma dívida indevida segue rodando juros e mexendo no seu score enquanto ninguém contesta.
Analisar o caso não custa a sua decisão. Não analisar pode custar o prazo.
Sobre o escritório
Advocacia com atuação em [direito do consumidor / bancário], dedicada a casos de fraudes e cobranças indevidas. Atendimento [presencial em [cidade] e online em todo o Brasil].
OAB/[UF] [nº]
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Dúvidas
Na maioria dos casos, sim. A responsabilidade do banco por falhas de segurança é reconhecida pelos tribunais, independentemente do que foi dito no atendimento. Só a análise do caso responde com precisão.
Dívidas contraídas por fraude podem ser questionadas judicialmente. Existe caminho para pedir a declaração de que a dívida é inexistente e discutir a reparação. Depende das provas e dos fatos.
Varia conforme o caso e a via escolhida (negociação ou ação judicial). Isso é esclarecido na análise inicial, sem promessa vazia de prazo.
Isso é conversado de forma transparente na análise do seu caso. [Ajustar conforme a política do escritório.]
Você clica no botão, envia os detalhes do seu caso e recebe uma orientação inicial.
Você não precisa aceitar o prejuízo sem antes saber o que a lei permite. Envie os detalhes da sua situação e converse com um advogado.
Falar com um advogado agoraResposta por WhatsApp. Análise individual e sigilosa.
Recebemos os detalhes do seu caso.
As informações serão analisadas e o contato será retornado. Se preferir agilizar, chame direto no WhatsApp.
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